A curiosidade é minha marca principal. Procuro sempre investigar, conhecer, debater.
- MUNDO HOLÍSTICO
- Rio de Janeiro, RJ, Brazil
- Compartilhar o que aprendemos é deixar um legado para as futuras gerações. Além disso, é sinônimo de generosidade e também uma tentativa de ensinar a construir um mundo melhor, um mundo integral, onde tudo e todos importam porque são partes do todo. Compartilhar conhecimento é construir um mundo holístico.
quarta-feira, 12 de novembro de 2025
terça-feira, 7 de outubro de 2025
sábado, 19 de abril de 2025
PARTE 4 - O PEIXE
Jesus é o Cordeiro de Deus, que foi morto para que fôssemos
libertos de nossos pecados e da morte que ele traz (seja literal ou
metafórica). Jesus nos salvou de todas as maneiras. Mas, embora tivesse sido
morto, ressuscitou para nos dizer que, se sofremos a sua morte (porque era
nossa e Ele a tomou em nosso lugar), também viveremos a sua vida, pois Ele nos dá
essa vida em abundância!
A Páscoa é uma comemoração (comemoração tem origem no latim "commemorare", que significa "trazer à memória" ou "recordar com". O prefixo "com-" indica a ideia de estar junto, e o verbo "memorare" significa "lembrar". Assim, "comemorar" implica em celebrar ou recordar um evento ou pessoa junto com outros, ou seja, celebrar a memória de algo)! Ela possui vários símbolos. O peixe é um deles.
Afinal, por que comemos
peixe na Páscoa, mais especificamente na sexta-feira da Paixão, quando
lembramos a morte do Senhor Jesus?
No Egito, quando o Senhor Deus livrou seu povo da
escravidão, eles comeram a carne do cordeiro imolado, cujo sangue nos umbrais
das portas, sinalizava que o anjo da morte passaria direto sem ferir ninguém.
Mas, nos tempos modernos, é tradição não comer carne vermelha. Em substituição,
come-se peixe.
Bem, comer peixe na sexta-feira da Paixão, na Páscoa, é obviamente uma tradição católica. Os católicos acreditam que comer carne nesse dia é um sacrilégio! Mas a Bíblia não fala dessa forma, não há nela nenhuma proibição nesse sentido. Jesus, durante a Páscoa, disse aos seus discípulos que comessem "seu corpo" (simbolizado pelo pão que dividiu - Mateus 26) porque Seu Corpo era dado, em troca do nosso, para libertação dos pecados e para que tivéssemos vida eterna (João 6.52-71). Vamos lembrar novamente que Jesus é o Cordeiro de Deus.
Olha que interessante: antigamente, era costume de algumas tribos ou povos, comer a carne de um guerreiro quando esse morria para que suas virtudes fossem incorporadas por quem o comesse. De forma figurativa, Jesus estava falando sobre isso, ou seja, comer do seu corpo significava aceitá-lo como salvador e incorporar, receber, sua vida na nossa vida e, com isso, ter Suas Virtudes em nós, sermos como Ele.
Mas por que o peixe? Onde ele entra nessa história toda?
Na época o pão simbolizava o corpo de Cristo, depois foi usado o peixe que passou a ser um símbolo cristão após a ressurreição de Cristo. Vamos lembrar que os discípulos de Jesus eram, em sua maioria, pescadores. Além disso, a palavra peixe em grego é IXTUS, que é um
anagrama para "Iesus Xristos Theos Huios Sopter", que significa
"Jesus Cristo, Filho de Deus, o Salvador").
A tradição de comer peixe foi instituída pelo papa Urbano II
como prática de penitência, e também porque o peixe é (ou era!!!) uma comida
barata que todos tinham condição de comprar.
O bacalhau veio depois porque era um peixe e como tal
acessível (bons tempos!) e também porque podia ser conservado em sal por algum
tempo (lembrando que em épocas passadas não havia geladeiras) e preparado de
várias maneiras.
O peixe não só é uma tradição pascal como também passou a
ser um símbolo cristão que prevalece até hoje. Mas, como tal, se fortaleceu
durante a época da perseguição dos cristãos. Ele era usado como um símbolo
secreto para identificar quem era cristão. O peixe era um símbolo de
identificação entre os cristãos, e era mais seguro do que usar a cruz.
Seja como for, a Páscoa é o pleno cumprimento do plano de Salvação de Deus e do que Jesus orientou
a seus discípulos nessa mesma ocasião há mais de 2000 anos: “Façam isso em memória
de mim” (1 Co 11.25,24). Sendo nós discípulos de Cristo, nossa comemoração da
Páscoa deve seguir no sentido de lembrar que um dia Jesus Cristo deu sua vida
para que nós não fôssemos mortos. Seu sangue marcou nossos corpos (como o
sangue do cordeiro marcou os umbrais da porta) e assim fomos salvos da morte e
do pecado.
Trocar ovos de chocolate, coelhinhos ou comendo peixe como
tradição, tudo isso é mera brincadeira perto do que realmente a Páscoa representa.
Vamos lembrar de Jesus e do que fez por nós! E lembrar,
principalmente, que Ele ressuscitou, está vivo! Não está em túmulo nenhum e nem
pendurado numa cruz. Está vivo! E nós teremos vida se lembrarmos e aceitarmos que Ele nos
deu! Isso é Páscoa!
quarta-feira, 16 de abril de 2025
PARTE 3 - O COELHO
Sabemos que a Páscoa é a comemoração da libertação do povo
hebreu do cativeiro egípcio. Nessa ocasião, Moisés, comandado por Deus, foi o
líder que levou o povo a Terra Prometida. O sangue de um cordeiro, sem
defeitos, deveria ser passado nos umbrais das portas para que o anjo da morte
não matasse os primogênitos das casas que não tivesse essa marca.
Mais tarde, o sangue de Jesus Cristo, que morreu na cruz
para nos libertar do pecado e da morte que o pecado traz, é a marca que os
Filhos de Deus carregam para mostrar que somos livres da escravidão da morte (o
pecado). Jesus é o Cordeiro Pascal, o Cordeiro de Deus.
Ok, mas...onde entra o coelho nessa história?
Na parte três desse tema tão importante, vimos que o ovo de
Páscoa, feito de chocolate, simbolizava o novo nascimento e a ressurreição de
Cristo. Mas e o coelho?
Bem, o coelho se tornou um dos símbolo da
Páscoa porque representa fertilidade, renascimento e vida nova.
O coelho é um animal que se reproduz rapidamente, com muitas
ninhadas por ano. No Antigo Egito, o coelho simbolizava o nascimento e a
nova vida. O coelho é também um símbolo da deusa Eostre, que representa a
fertilidade e a primavera.
O coelho é o primeiro animal a sair da toca após o inverno,
simbolizando o renascimento. Na Páscoa cristã, que celebra a ressurreição
de Jesus Cristo, o coelho também passou a representar a ideia de renascimento e
vida nova. Existem lendas que apontam que um coelho foi o primeiro ser a
presenciar a ressurreição de Jesus.
Mas a tradição do coelho da Páscoa surgiu, de fato, no
século XVI, na Alemanha. Lá, o coelho da Páscoa é um popular personagem
lendário que distribui presentes, análogo ao Papai Noel em muitas
culturas.
Embora a simbologia do coelho seja um pouco fraca dentro das
festividades da Páscoa, ele se tornou tão popular que quando vemos um coelho,
pensamos logo nos ovos de chocolate e que a Páscoa (hora de ganhar ovos de
chocolate e coelhos de pelúcia) chegou! Isso tirou todo o significado profundo
da Páscoa, e, infelizmente, a reverência e a lembrança que devemos ter por tudo o que aconteceu há
mais de 2000 anos!
sexta-feira, 11 de abril de 2025
A palavra Páscoa vem do hebraico, Pessach, que significa “passagem”. A palavra tem tudo a ver com a “passagem” do povo hebreu de escravos para livres e a “passagem” de Jesus Cristo da morte para a vida – ressurreição. A Páscoa é uma festa comemorativa, ordenada por Deus, para lembrarmos que fomos salvos, antes, da escravidão do Egito e depois do pecado e da morte que ele provoca (seja literal ou espiritual). Fomos salvos pelo sangue do Cordeiro de Deus, Jesus Cristo. Esse sangue foi o preço pago por nossas vidas. Foi um resgate. E um resgate muito caro. Difícil é imaginar que alguém deu sua própria vida por nós, sendo nós ainda pecadores (Rm 5.8-11).
Mas, se a Páscoa é algo tão sério, profundo e maravilhoso, por
que um dos seus símbolos da Páscoa é um ovo de chocolate? O que tem a ver o ovo
e o chocolate com a Páscoa?
Na Europa, bem antes do nascimento de Jesus, era costume
trocar e comer ovos (de galinha mesmo) no equinócio da Primavera, para
comemorar o fim do inverno. O ovo simbolizava um renascimento, uma
renovação.
Bem mais tarde, já na nossa era, quando a Páscoa cristã era celebrada,
o rito pagão de festejar a Primavera, com trocas de ovos, foi incorporado a
Semana Santa e o ovo passou a significar a ressurreição de Jesus.
Ou seja, para comemorar a Páscoa, davam ovos de presente!
Depois passaram a pintar os ovos para presentear. Isso porque no século 13, o
rei inglês Eduardo I deu de presente, na Páscoa, ovos embalados em folhas de
ouro, para seus cortesãos!
Os ovos se tornaram ovos de chocolate pelo seguinte: o
chocolate (antigamente) era uma bebida muito cara! Além disso, e também por conta
disso (de ser caro) os teólogos do catolicismo achavam que beber chocolate na
Páscoa infringiria a prática de jejum, comum na quaresma naqueles tempos. Mas,
depois, a bebida chocolate foi aceita durante o jejum. E, com o passar dos
tempos, quando ele começou a ser produzido em barras, os ovos passaram a ser
feitos de chocolate. Essa novidade aconteceu em 1873, através da empresa Fry´s,
que criou o primeiro ovo de Páscoa de chocolate. Uma iguaria de luxo, na época
(só naquela época 😁?)!
A partir daí, os ovos de chocolate, na Páscoa, passaram a
ser presenteados (trocados como antes se fazia com os ovos de galinha) e
tiveram a conotação da ressurreição de Cristo! Renascimento!
segunda-feira, 7 de abril de 2025
sábado, 8 de fevereiro de 2025
segunda-feira, 23 de setembro de 2024
segunda-feira, 5 de agosto de 2024
segunda-feira, 8 de julho de 2024
A MANEIRA CERTA DE AGIR
sábado, 15 de junho de 2024
TODA DOR É POR ENQUANTO
Já dizia Eclesiastes, "tudo tem o seu tempo determinado..." (Ec 3.1) , e segue descrevendo coisas sazonais reais e abstratas.
sábado, 4 de maio de 2024
A MELHOR DECISÃO DA MINHA VIDA
Um dia, conversando com um amigo, ele me contou que uma conhecida sua tinha dado um ponto final no seu relacionamento de alguns anos. Ela se expressou com a frase "foi a melhor decisão da minha vida".
Há uns anos, bem antes do meu amigo mencionar esse episódio, uma colega de trabalho estava em um momento filosófico da sua vida e conversando comigo sobre o livre-arbítrio me disse que o problema da humanidade era justamente esse: o livre-arbítrio, porque nos dá o poder decisão, de escolha, mas, disse ela, o problema é que não sabemos escolher, e quando o fazemos, é sempre a pior escolha.
Fiquei pensando nesses dois episódios e busquei um sentido nisso. E a pergunta que ficou em minha mente foi: afinal de contas, como podemos afirmar com segurança que uma decisão tomada foi a melhor de nossas vidas? A resposta veio em seguida: provavelmente só saberemos com segurança, quando, passados algum tempo, talvez anos, verificarmos que nossa vida seria bem pior se tivéssemos ido por outro caminho. Então, não há como afirmar, como fez a conhecida do meu amigo, que tomamos a melhor decisão de nossas vidas tão logo a tomemos. Talvez seja melhor dizer: naquele momento me pareceu que foi o melhor a fazer.
As melhores decisões de nossas vidas não são tomadas sem uma reflexão e sem uma estratégia. Optar não é algo fácil. Se for feito num impulso, provavelmente será a opção errada. E opções erradas levam a arrependimentos e a pensamentos acusadores do tipo "pensei que seria a melhor decisão da minha vida"!
Decisões precisam ser tomadas, mas também precisam ser pensadas. É mais difícil quando emoções estão envolvidas. As emoções fazem as tomadas de decisão doerem! Dói tomar decisões e dói também não tomá-las. Aliás decidir não decidir, já é uma decisão, dói de qualquer jeito!
O fato é que a cada momento da nossa vida estamos tomando decisões, e nem percebemos. Mas as decisões mais sérias, não devem ser tomadas de impulso. Para tomar uma decisão que poderá ser, sim, a melhor decisão da sua vida, antes devemos nos conhecer bem e saber dos nossos limites e o caminho que queremos seguir. Depois vale fazer uma pesquisa de mercado (saber de outras pessoas que tomaram aquele caminho como estão e como foi seguir por ali), por fim, e não menos importante, precisamos em oração, perguntar o que Deus pensa dessa decisão.
Ah! Você não é cristão? É de outra religião? Ou mesmo é ateu? Tudo bem, experimente tomar a decisão de orar a Deus mesmo assim. Taí uma decisão que pode ser tomada sem pensar muito, porque, com certeza é a melhor decisão da vida.
Sabe, decidir exige muita responsabilidade, por isso, sempre é bom ter a cumplicidade de alguém que nos ama incondicionalmente.
Muitas vezes, decisões de outros nos afetam profundamente. Algumas decisões que outras pessoas tomam podem nos fazer muito mal. Penso que pode ter sido o que aconteceu com o namorado da amiga do meu amigo 😕! Mas, no final das contas, se eu pudesse, diria a ele que está tudo bem, algumas vezes, se olharmos bem, o outro, na verdade, tomou a melhor decisão das nossas vidas!! Mas, para perceber isso, devemos entender que nós precisamos somente de duas pessoas para nos ajudar nas decisões: Deus e nós mesmos!
Seja como for, tome decisões. Tome a decisão de ser feliz e de fazer alguém feliz. Tome a decisão de se amar, de se cuidar, de seguir firme em um propósito. Tome a decisão de ser o milagre que você gostaria de ver no mundo! Tome a decisão de não permitir que a decisão do outro interfira na sua felicidade.
Não tenha medo das decisões! Você as domina! Não elas a você! Apenas controle os desejos impulsivos e "bora ser feliz"!
sábado, 2 de março de 2024
PEQUENAS COISAS, GRANDES PROBLEMAS
As notícias não são boas. A epidemia de Dengue tem se alastrado pelo país. Mais de 600 pessoas já morreram. E, embora esse número pareça pouco diante da pandemia de Covid, vamos lembrar que se trata de 600 almas que foram ceifadas, talvez cedo demais, por conta de uma picada de um mosquito. Um mosquito!! Sabe qual o tamanho dele? 0,5 a 1 cm!!! Pegue uma régua. Veja quanto significa isso. Mas, note, um ser tão pequeno é um matador em potencial de outro ser que é imensamente maior do que ele!
sábado, 3 de fevereiro de 2024
Tirei alguns textos do livro de Êxodo (só do livro de Êxodo, por enquanto. E só alguns!) para tentar correlacionar (ou não) com a igreja e os cristãos de hoje em dia. Vamos ver?
PS: Não estou nesse texto me excluindo. Sou cristã e também já cometi esses erros. Mas apenas tenho tentado observar melhor as Leis de Deus e não dos homens e tenho tentado me corrigir dos meus maus caminhos. Tenho tentado ardentemente seguir o conselho que Deus deu para Josué (Js1).
sexta-feira, 5 de janeiro de 2024
sábado, 23 de dezembro de 2023
E POR FALAR EM NATAL... (epílogo)
PAPAI NOEL
Ásia Menor, século 4 três moças da cidade de Myra (onde hoje fica a Turquia) eram extremamente pobres. O pai delas não tinha nada, e as garotas só viam um jeito de sair da miséria: entrar para o ramo da prostituição. Foi então que, numa noite de inverno, um homem misterioso jogou um saquinho cheio de ouro pela janela (alguns dizem que foi pela chaminé) e sumiu.
Na noite seguinte, atirou outro;
depois, mais outro. Um para cada moça. Aí as meninas usaram o ouro como dotes
de casamento. E viveram felizes. Tudo graças ao sujeito dos saquinhos. O nome
dele? Papai Noel.
Bom, mais ou menos. O tal benfeitor
era um homem de carne e osso conhecido como Nicolau de Myra, o bispo da cidade.
Não existem registros históricos sobre a vida dele, mas lenda é o que não
falta. Nicolau seria um ricaço que passou a vida dando presentes para os
pobres. Histórias sobre a generosidade do bispo, como essa das moças que
escaparam do bordel, ganharam status de mito. Logo atribuíram toda sorte de
milagres a ele.
Nicolau, segundo consta, nasceu
na Turquia em 280 d. C. Tornou-se bispo, e era um homem de bom coração,
costumava ajudar as pessoas pobres, deixando saquinhos com moedas próximas às
chaminés das casas.
E um século após sua morte, o bispo
foi canonizado pela Igreja Católica. Virou São Nicolau.
ROUPA DO PAPAI NOEL
Até
o final do século XIX, o Papai Noel era representado com uma roupa de inverno
na cor marrom ou verde escura. Em 1886, o cartunista alemão Thomas Nast criou
uma nova imagem para o bom velhinho. A roupa nas cores vermelha e branca, com
cinto preto, criada por Nast foi apresentada na revista Harper’s Weeklys neste
mesmo ano.
Em
1931, uma campanha publicitária da Coca-Cola mostrou o Papai Noel com o mesmo
figurino criado por Nast, que também eram as cores do refrigerante. A campanha
publicitária fez um grande sucesso, ajudando a espalhar a nova imagem do Papai
Noel pelo mundo.
O REAL SENTIDO DO NATAL
Diante de todos esses elementos, o
que para nós cristãos importa é que Jesus, o Cristo de Deus veio ao mundo. A
promessa de Deus se cumpriu. O Salvador da humanidade estava entre nós.
Muitos acreditavam que Jesus viria
para livrá-los do jugo de Roma. Havia, de fato, uma crença que o enviado de
Deus seria mais como um líder político do que espiritual. A mensagem original
do salvador estava meio distorcida pelos anos e anos que se passaram antes que
a profecia se cumprisse.
Não temos que julgar o mundo da
época por sua crença distorcida da importância da vinda de Jesus o mundo. Não
era de se estranhar que as pessoas não acreditassem que o próprio Deus
habitaria entre nós. Isso era algo quase que inimaginável de acontecer. Jamais
um Deus se misturaria com os humanos. Ele era Deus! Por isso, toda a crença em
Jesus ficou prejudicada.
Jesus nasceu de forma milagrosa
sim. No entanto, apesar das Escrituras não mencionarem sobre sua infância e
adolescência, não fica difícil deduzir o porquê. Provavelmente, Jesus tinha uma
vida como qualquer ser humano normal tinha. É possível que Jesus brincasse,
fizesse travessuras, ajudasse seu pai na carpintaria etc. devemos lembrar que o
Espírito Santo veio sobre Ele somente no batismo de João. Até então, Jesus era
um homem comum.
O nascimento de Jesus nos deixa
algumas lições:
1.
Maria
foi chamada, “agraciada”, para cumprir uma missão. Tal missão era de extrema
importância. Mas devemos pensar que todos nós que cremos em Jesus Cristo,
somos, por ocasião de nossa conversão chamados para algum ministério. Não
existe um cristão genuíno sem ministério. Não existe o “cristão de banco de
igreja”.
2.
Somos
mordomos de Deus. Maria não só ouviu seu chamado como o aceitou. Maria foi um
mordomo de Deus, ou melhor, uma governanta de Deus! A mordomia de Maria nos
ensina que devemos fazer a obra que Deus nos deu com tudo o que somos e o que
temos. Maria serviu a Deus com seu próprio corpo. Jesus serviu a Deus com sua
vida e nos deixou esse exemplo a seguir.
3.
Mais
do que comemorar o nascimento de Jesus com festas, compras e presentes, devemos
comemorar com entrega, serviço, bondade e compaixão. Na verdade o que chamamos
de Espírito Natalino, é o próprio Espírito Santo movendo nossos corações. Por
isso, o Natal de Jesus deve ser comemorado não só em dezembro mas em todos os
dias durante o ano, porque todos os dias são um nascimento, todos os dias
representam milagres que não se repetem como foi o nascimento de Jesus. cada dia nascemos novamente e morremos
novamente, portanto, o Natal é diário.
4.
Lembre-se
que o nascimento de Jesus era predito a mais de mil anos antes Dele nascer. Na
verdade, já estava predito em Gênesis (Gn 3.15). Por isso, não podemos
esmorecer. Jesus voltará. Não importa quanto tempo passe. É promessa de Deus.
Será cumprida.
5.
Talvez
o que o Natal de Jesus nos dê de mais importante é lembrar, pelo menos
anualmente, que um ser maravilhoso nasceu por minha causa e por sua causa. Ele
veio para nos salvar de nós mesmos. Mas o Natal representa o momento em que o
processo da nossa salvação se iniciou.
6.
Temos
que lembrar que seu nascimento foi urgente porque nós estávamos a beira da
morte. Temos que lembrar disso todos os dias. E respeitar Jesus em todos os
momentos e não fazer dele um popstar, uma figura como o Papai Noel, um amuleto.
O nascimento de Jesus nos ensina muito. Se puder comparar, pense no que você
sentiria se estivesse com leucemia grave e seus pais resolvessem ter mais um
filho que poderia ser o doador da medula que salvaria sua vida? Como você acha
que esse filho seria tratado? Ele seria seu salvador, Ele veio para te livrar
da morte. Seu nascimento seria o momento de comemorar dois nascimentos: o dele
e o seu. Portanto, mais do que presentes e outros elementos, vamos comemorar o
nascimento de Jesus e o nosso! É também nosso aniversário! Jesus nasceu porque
estávamos condenados e revivemos!
FELIZ NATAL...DE TODOS!!!!
















